Friday, April 25, 2008

Os Argentinos que me desculpem …. 348 neles!!!

Todo mundo que vai a Argentina, mais especificamente, Buenos Aires (Porque Argentina para a maioria tupiniquim se resume a sua maravilhosa capital) retorna com a boca ainda salivando ao pensar na CARRRNEE …. Pois é.

Eu sou uma, qualquer muquifinho da cidade portenha, tem carne boa (carne bovina, mente suja!). Na última vez, fomos a um lugar chamada DESNIVEL em San Telmo. Nunca fui em um lugar tão porcacha como aquele, mas, para comprovar minha tese, a carne lá era boa, e o lugarzinho tem até wifi (engraçado isso, quando conhecer vai ver onde esta a graça).

Muito bem, não é preciso ir tão longe para experimentar os cortes argentinos, em São Paulo, nossa cidadizinha, é possível experimentar este prazer nos vários restaurantes portenhos espalhados por aí. Mas, só no 348 se tem o prazer completo e bem feito.

Lá, tudo é muito bom, a sangria, as empanadas, as saladas, os cortes (hum, Ojo del bife), o ambiente … a fila de espera, não é bom, mas suportável … o preço, um pouco alto, mas acessível!

A seleção musical peca bastante, mesmo! Eles poderiam abusar um pouco mais em novos ritmos argentinos como Gotan Project, Tangheto, Bajofondo - algo mais contemporãneo.

É uma excelente pedida para um domingo chuvoso!!

inté

Gathola

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Wednesday, April 2, 2008

LUCY IN THE SKYE WITH DIAMONDS (Great Place to Go in São Paulo)

Não tenho muito o que falar deste restô-bar … as fotos falam por mim!!!!

Se tivesse muito dinheiro, mais muito mesmo, compraria o hotel inteiro e moraria dentro do Skye. Já tenho lugar para tudo. Imaginei onde seria a sala, o quarto, como seriam os móveis, que tipo de festa daria … nossa!!!

Os sonhos são engraçados, né? Dizem um monte de teorias sobre eles, que são baseados em experiências fortes que passamos e todo o blábláblá … eu me lembro de meus sonhos, detalhes!! Ontem por exemplo, tive um sonho lindo que se tornou pesadelo por causa de um grupo da FARC que o invadiu e me trancou junto com um bando de gente estranha que, dentro dele (do sonho) tinha a sensação de que os conheci, embora suas feições não me eram nada comuns, aquela sensação estranha de preocupação e derepente me lembrei que Layla (meu companheiro labrador chocolate, irmã do Scooby Doo) estava fora daquele quarto junto com os caras da FARC (E por que associei os esquisitos homens do meu sonho com os perigosos com a FARC ???). Desespero total.

Me pergunto, o Skye me emociona fortemente … queria tanto sonhar com ele!

Bem, nunca jantei no restô comandado pelo encaracolado e vaidose Emmanuel Bassoleil (Incrível, ele nunca usa a toquinha ou bandana que seus funcionários usam) . Geralmente vou quando meu DJ Preferido está presente (Isso dá o toque final na minha fantasia, o meu DJ Preferido, no sonho que ainda não tive, toca na festa de inauguração!!) e fico beliscando belisquetes, vendo a Hostess Magnificamente Simpatica andando para lá e para cá, sempre vestidas com peças que deveriam estar em meu guarda-roupa (e o cabelo dela, o queria para mim também. Vou colocar este item no sonho que ainda não tive) e … o melhor de tudo … vendo a moçada, a gringalhada, a putada toda transitar!

Ahh, a piscina de vidrotil vermelho, já foi considerada uma das mais belas do mundo e a visita vale por ela e pela vista do Skyline.

Hotel Unique Avenida Brigadeiro Luís Antônio 4700 Jardim Paulista

Inté

Gathola

Brazilian architect Ruy Ohtake has created a landmark for the city of São Paulo, in the form of an inverted arc, the Hotel Unique. A combination of formal bravado and functional imagination, the striking building is reminiscent of Oscar Niemeyer’s sculptural designs, while also being a cleverly postmodern design.

Containing 95 rooms over six floors, the building’s form locates more rooms near the top to take advantage of views of the city. Porthole-style windows pivot open, almost announcing the presence of somebody in their room. The exterior palette is simple, the copper cladding on the vertical faces, a wooden underside to the hotel mass, and concrete end walls supporting and stabilizing the building. It’s in this last piece that the design finds its postmodern expression, as the concrete walls appear too thin and tall to serve their use; the center core achieves additional structural support to create this jarring effect.

While the building’s form allows more roooms near the top, another justification is the large roof terrace that’s created. A pool and bar allow visitors to lounge, drink and catch views of under the clouds and stars.
The lobby, and especially its light-structured glass ceiling, are subservient to the exterior form of the building. As one enters the space, they are given a view of the copper-clad wall above, reiterating its effect. Ruy Ohtake has possibly created for
São Paolo what Frank Gehry created for Bilbao; a striking building to attract tourists to an underappreciated city, though this time visitors can spend the night in the architecture.

Font: http://www.archidose.org/May04/051004a.html
http://www.designhotels.com/hotels/americas/brazil/saopaulo/hotel_unique_sao_paulo_brazil#

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Monday, March 24, 2008

EU TENHO UMA PIZZA NO QUINTAL DO BRÁZ (Brazillian Pizza Place - Sao Paulo)

Com vontade de comer uma boa pizza cercado de plantas e ar bucólico? Este é o lugar!!!

A pizzaria está instalada em um casarão dos anos 20 na Vila Mariana e possui uma área aberta (um jardim) muito gostosa no fundo. Ela é do mesmo grupo dono dos também bacanésimos bares Original, Pirajá e Astor e das pizzarias Bráz e Lanchonete da Cidade, então já sabemos o que nos aguarda, certo?

Bem, não precisa dizer que eu tenho uma pizza feita só para mim, no local, a VESÚVIO. O mundo inteiro acha a combinação meio grogue, atum com gorgonzola. Não, não é!! Ela é perfeita. O Atum é suave e o gorgonzola o tempero. Deliciosa!!! Detesto gente preconceituosa que não experimenta e fica falando mal (Isto vale para todos os tipos de preconceito, hein).

E ainda, tenho de falar, tem uma entrada, sério, nunca falei tão sério na minha vida … é A ENTRADA!!! Queijo de muzzarela de bufalá, primeiro leite que sai no crepúsculo da manhã. Depois que experimentei, acreditei nesta descrição fornecida por um dos simpáticos garçons. Comi de colherada. 

Para os desavisados (ou avisados), um garçon meio pirado que ao ser comunicado que um aniversariante está a mesa, se encarrega de trazer o bolo e então começa a cantar, dançar e dar piruetas no ar. Nesta última sexta, fizemos Minha Sobrinha passar o mico. Exato, passar um dos primeiros e maiores micos de sua vida. Foi o que percebi quando olhei para ela, bem a-lá-tia-babona-que-queria-agradar, e a guria estava, simplesmente, com os olhos bem arregalados (de vergonha) e tapando os ouvidos - “PelamordeDeus não estou passando por isso!”.

Importante, o lugar é muito requisitado, então para evitar dor de cabeça e irritações, evite chegar depois das 19 horas! Ou então, vá preparado para esperar muito, pois não dá vontade de sair.

Intémais.

quintaldobraz.com.br

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Thursday, March 20, 2008

E aí meu, vai um MESTIÇO? (Sao Paulo’s Restaurant)

Em uma conversa de telefone com um amigo que estava com problemas e por causa deles se encontrava super ansioso, combinamos uma bate-papo no Mestiço. Ao final de alguns outros telefonemas, em plena terça-feira, estavamos o Públicitário, o Executivo da Telefonia, a futura Liberta-do-mundo-corporativo e eu esvaziando a cachola.
 
O Mestiço é um restaurante fantástico em vários aspectos, primeiro de tudo, a comida é excelente, o astral cosmo-contempo-lita transparece a sensação de movimento constante da cidade, o atendimento realizado pela equipe é uns dos melhores de Sampa, o Kratong-tong (entrada) é viciante, e as pessoas, interessantíssima!!  É uma boa pedida para domingão, quando o lugar se enche de pessoas (É misto e tem de tudo!!) que sairam das salas de cinema ou do teatro, ou seja, cultura no ar.

Mas vale chegar cedo ou se preparar para a fila de espera. E é nesta hora que a convidativa área de espera se torna uma boa pedida “calçadão, caipirosca, cigarro, Kratong-tong e uma boa conversa.

A tempos reflito sobre o perfil PAULISTANO. Pelas minhas andanças constatei que nós somos vistos pelas pessoas de outras regiões do Brasil como um “Povo chato e metido” (Além de todos acharem que somos ricos e importantes). O que acontece é que somos mau acostumados, mimados, pensem: o atendimento dos lugares tem de ser bom, pois como o paulistano é desconfiado, qualquer deslize pode ser fatal. A  limpeza do lugar é um ponto fundamental. Como estamos sempre correndo, 5 minutos é muito tempo. E o serviço de manobrista, que maravilha, depois de 2 horas no trânsito o que mais queremos é largar o carro em qualquer lugar, sair dele, esticar as pernas, sentar em uma mesa, só ou acompanhado, e tomar um geladíssimo copo de chopp. Imaginem se tivéssemos de ficar mais outras tantas horas procurando uma vaga, esperando o copo de chopp ou o garçom.

Temos até uma regra entre nós, não esperamos mais de 10 minutos pela conta. É uma lei. Esta é a primeiro coisa que aviso ao garçom que nos servirá “Não esperaremos mais de 10 minutos por nada”. No Empanadas (oooh lugar barulhento), aos 10 minutos cravados, levantamos e fomos embora. Ficamos ainda um tempinho nos despedindo dos amigos na porta do bar e seguimos pela rua. Soube depois que o garçom foi buscar o dinheiro da conta com uma das pessoas que estava conosco (Putz, esqueci de acertar com ele). Isso não é coisa de gente mimada?? É.

Já foram no Bracarense no Rio? Está certo que, quando estamos em um lugar que não o nosso temos que nos habituar (In Rome do what the romans do). Mas é tããããão difícil. Odeio barata e tinham baratas cominhando pela calçada e outra no banheiro, milhões dela por todos os lados, enormes e cascudas (tenho fobia a barata, portanto o exagero aqui mencionado faz parte da loucura de minha cabeça). Mas, barata vai e barata vem, o chopp estava quente. Não se faz isso com um paulista, nunca!!! (umf)

Ah, sou carioca de sangue, mas, paulista de alma.

Intémais
 

Mestiço - Fernando Albuquerque, 277  - Bela Vista - São Paulo - SP http://www.mestico.com.br/

Bar Bracarense - R. José Linhares, 85 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ

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Monday, March 17, 2008

NO RUELLA É IMPOSSÍVEL TER TEMPERANÇA (Great Bistrot 2008 - Sao Paulo)


Sinceramente não sei o que foi aquilo!!! Tentei ser equilibrada, moderada, acreditem!

A Temperança é a virtude que se opõe a GULA e aquele que quer se redimir deste pecado terá de ter constante demonstração de uma prática de abstenção.

Estavámos em um grupo de amigos em casa, uma sexta-feira, que poderia simplesmente acabar em uma pizza (Sabem que as melhores pizzas do mundo estão em São Paulo, certo?), acabou em um fantástico bistrot paulistano, o Ruella ($$$), cuja caçarolas são comandadas pela Chef Danielle Dahoui.

Um publicitário, um diretor de artes, um fotógrafo e eu, logo pensei, “Wow, será uma noite fantástica de conversa rica e divertida, vamos dar uma esticadinha até o Itaim, no Ruella, e jogar conversa dentro”. Todos, ao ouvir minha idéia, “toparam” no ato. Porque seria.

Chegamos ao local do crime, para variar, uma hora de fila, sentamos ao relento, pedimos um bom vinho $$$ (os mais baratos sempre estão em falta) e começamos, impacientemente a rapiscar o papel que cobria a mesa de espera. Espera, espera, espera … tic tac … Opa, nossa mesa saiu!!! Nestas horas a amizade é esquecida, a história de comer o último pedaço e não casar é esquecida e a boa conversa se torna um monólogo individual de cada estomâgo.

Pedi um Risotto de Camarão com Chutney picante de banana. O Publicitário carnívoro pediu um suculento Filet Mingon com um quiche de queijos, o Diretor de artes foi de Atum, quase cru, com purê de batatas e o Fotógrafo, um Penne de camarão. E a orgia começa!!! Descontrole total … estava realmente fantástico!!! Indiscritível.

O lugar é um charme, a música é perfeita, daquelas que dá vontade de comer mais e bem.

Sensações: Como é boa a vida! Amo esse cara! No meu ou no seu? Não enquanto estou comendo. Você é lindo!

Pecados cometidos: Luxúria total, gula voraz (Quero o meu, quero o dele, quero tudo que tenho e o que não tenho), inveja (Nossa!! Olha aquele outro prato!!) e Ira (Por que ele comeu do meu prato? Ei, tira seu garfo daí!!!).

O Ruella é o lugar perfeito para impressionar!!! Use e abuse, sem medo. Apesar do ar contemporaneo ele é muito romântico. Para aqueles que quiserem continuar impressionando ao retornae a “Home sweet home” vale levar lembrar que o Bistrot lançou o CD “La musique du Ruella” com perólas como “La vie en rose” por Grace Jones e delícias como “Menina Flor” de Stan Getz e Bonfa.

Ruella - Rua João Cachoeira, 1507

Gathola

Dicas de como impressionar após os 30 anos:

1) Ligue depois. Esta coisa de fazer jogo duro por muito tempo é perder tempo. E, em tempo efemêros, a fila anda
2) Convide-(o/a) para jantar no Ruella. Vale o investimento.
3) No carro, coloque um bom som. O gosto musical conta. Para não errar, as dicas mencionadas são boas pedidas.
4) Nada de tagarelar e contar vantagens. Bom papo consiste em dialogar. Assunto? Coisas construtivas, piadas inteligentes, um belo sorriso, um bom perfume, roupas confortáveis e muita sensualidade no olhar e nos gestos.
5) Um bom vinho!! Hum, delícia.
6) Se for ele, não pense em deixar ela pagar a conta. Nunca!!! E você, mulher, não insista sobre o contrário.
7) Não atender o celular, o blackberry e nem pense em ficar olhando o relógio
8) Slow food, slooooowwww moments. Deguste-os. Sweet moments
9) Beba com moderação para não criar situações constrangedoras. Sério!!! O vinho deixa os dentes roxos!!
10) Be gentil, be yourself e use camisinha.

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Retorno 2008 (The Return of Gathola’s Blog 2008)

My friends!!!! I’m back!!

Enjoy it - Gathola

Sobre os Sete Pecados Capitais segundo Wikipedia

Os sete pecados capitais são uma classificação de vícios usada nos primeiros ensinamentos do catolicismo para educar e proteger os seguidores crentes, de forma a compreender e controlar os instintos básicos. Não há registro dos sete pecados capitais na Bíblia Sagrada.


Assim, a Igreja Católica classificou e selecionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação. A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.

  1. Gula
  2. Luxúria
  3. Avareza
  4. Ira
  5. Soberba
  6. Vaidade
  7. Preguiça (Melancolia)

Os pecados são diretamente opostos às Sete Virtudes, que pregam o exato oposto dos Sete Pecados capitais inclusive servindo como salvação aos pecadores.

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Monday, January 16, 2006

Chile

Cerro Cristobal 21

Lugares por onde estive …. Meus dias em Chile 2005 — Parte I

Diria a todos que estou fixada em conhecer todos os lugares da América Latina (ou, em uma abrangência maior, todos os lugares de idioma originados no Latim ).

A última empreitada foi minha visita ao Chile.

Nunca pensei que iria ao Chile tão cedo quanto fui. Estávamos, eu e mais três grandes amigos ( sendo um deles meu amado ) programando nossa viagem para Amsterdan. Planejando lugares para visitar e principalmente rastreando toda a “cena” eletrônica do momento … eu finalmente iria mostrar o tão misterioso banheiro no Museu Van Gogh, alguém por aí conhece? … quando recebemos a notícia de que possivelmente não teríamos certeza da data certo de retorno que no meu caso, por conta da minha prisão corporativa, seria crucial ter … Frustação!!! “Não! Podem ir sem mim!”, “Imagina, estragar suas férias por minha causa!” Dizia eu com cara de cachorro molhado … Mas isso não foi problema muito grande e não durou dias para resolver pois no mesmo instanta, lá estavamos com todos os guias para programarmos nossa inesperada viagem para “El Chile”. Tudo continuou a mesma com um adicional, LA RUTA DEL VINO … Hum, delícia …

E lá fomos nós. Minha amiga “profissa de viagem” já estava com todo roteiro armado, hotel marcado, carro alugado … O outro amigo .. hehe .. Enólogo … E nós dois, a dupla dinâmica de entretenimento ( Detalhe, não consegui rastrear nenhuma Cena eletrônica no Chile ). Em Santiago, eu diria a vocês, o faro paulista para um bom negócio funcionou, logo descobrimo-nos no olho do furacão das “Rebajas”, e lá estavámos nós dentro de um shopping nos matando de comprar itens da marca Puma, Adidas e Diesel, que estavam a preço de banana, bem nanicos. Lógico, depois das compras a segunda coisa que paulista pensa é “Comida” e das boas. Fomos atrás das delícias do mar pacífico no mercado municipal da cidade. Vale a pena ler todo o cardápio e conhecer todos os peixes e frutos do mar deste lado da Terra! Curiosissímo! Saímos depois a andar pelo centro. Adoro reparar no povo de cada lugar que vou. Aquela vontade de sentar em banquindo e ficar lá horas e horas reparando como andam, como se vestem, como se tratam, como falam … Cansados fomos para casa (um apê de dois quartos com aquecimento central, sala, cozinha, banheiro, tudo bem baratinho .. 50 doletas por dia .. dividido por quatro … pechincha, hein) munidos de pães e vinhos, adiquiridos e adegas e supermercados e lá permanecemos bebendo, escutando música, conversando … resumindo .. se divertindo!

No outro dia, mas uma volta pela cidade agora fomos conhecer os pontos turísticos da cidade. Diria a vocês que só a visão eterna do Valle Nevado de qualquer lugar da cidade já vale a visita. Porém, como bons turistas lá fomos nós .. andando, andando, comendo, bebendo, rindo … e uma paradinha no shopping, mais compras … a noite saímos para jantar .. essa foi uma frustação! Vou explicar:

Para todo lugar que vou umas das coisa que mais gosto de fazer, emparelhado com “conhecer o povo” está “conhecer o prato do povo”. Mas nesta viagem eu não estava com o espírito popular, cismei que queria ir a um Bistrot.

O Caso Bistrot em Santiago

Descobri que o paulista está mau habituado. Mimado, mesmo! Saímos pela cidade, que não lá tão grande, em busca de um lugarzinho gostoso, com musiquinha boa, velinhas na mesa, bom atendimento. Passamos por um as 19h, mas na cobiça, fomos atrás de outro, chegamos umas 1930h no outro, olhamos o cardápio .. “hum, vamos dar mais uma naquela rua que tem aquele restaurantizinho todo Cool, sabe?” - “Sim, vamos” - As 20h horas chegamos no outro, coloridinho, que estava fechado … diria que o desespero caiu como uma tora em cima dos quatro e uma sensação desagradável paiorou no carro em forma de um silêncio escabroso … “Rápido, vamos voltar no anterior” — TCHAN — Cerrado!! — “Corre, corre .. vamos andando mesmo para o outro, larga o carro aí!!” — Ufa, aberto — O cara esperos, os QUATRO, sentarem a mesa, abrir o cardápio e sua crueldade foi tamanha que no permitiu ATÉ ler as primeiras linhas .. para dizer: “Perdon, mas la cocina está cerrada!” …. Sério, fiquei mau … e quando entrava em uma loja da Pizza Hut deu uma imensa vontade de chorar e quando a atendente nos disse depois de 20 minutos escolhendo nos avisou: “Estamos cerrando, no és mas possible hacer la pizza!!” — Acabamos a noite em um Express de posto … escolhendo mini pizzas que só tinha duas nos forçando a ir até a cesta de pães, abri-la e descobri que já não tinham mais pães … de tanta dó, o atencioso atendente, depois de saber que eramos brasileiros, se comovem, aguardou sua Chefe sair da loja para nos dar (isso mesmo “Dar”) meia dúzia de … ciabattas!!! Que ficaram deliciosas com vinho. Santo Homem!! Gracias.

Moral: Não ache que o resto do mundo é 24h!

Fim da primeira parte

 

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Friday, January 13, 2006

Lugares por onde estive: The Van Gogh’s Museum Bath

I don’t no if i ate a lot of magic mushroom, but if I was crazy, this travel was very very funny.

My friends, Betty and Sandra, and I were visiting the Van Gogh’s Museum in Amsterdan and saw the wonderfull Van Gogh’s pictures and history. Suddenly I felt a great necessity to go to the Bath. Find the Bath! Find the Bath! When I finally found the Women’s toillete one crazi thing happened, one young japanese girl was taking a picture of the bath. I thout: “These Japaneses are eating magic mushroom a lot and the instrument of get out is take a picture, but, take a picture of the bath. Wow! — But, when I came in to the box and closed the box door I noticed that the door was transparent — Wow! Sounds Interesting. But suddenly the door smoking and turn up in a solid color. At this moment I asked to myself: - “Where’s my camera?”

 

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Friday, November 11, 2005

A brief Life of Lily

I’m a Flower. White and scented beatiful flower. My name is Lily. There are my last words because I am diyng. When I was a seed I don’t remenber anything that happened with me. One day I saw the light. Wonderful hot and confortable. When I able to see something the first thing that I saw was …. pay attention, MY FIRST DAY IN THIS WORLD … I saw was .. other flowers … million …. As white as me. As scented as me. Realy, it was the unhappiest day. I my shine mind I think that I was the number one, the unique. I wasn´t !!! I cried for days. Sun and moon. I cried with my gutts. Suddenly, when I was quite and thoughtful somebody came and cut all flowers around me and when I noticed I was alone. I knew that I was the unique and somebody noticed this too.
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Saturday, June 11, 2005

Meu carro é vermelho ….

Acho engraçado nossa interpretação das coisas e como elas poderiam ser interpretadas de forma mais coerente se parássemos um pouco para analisar tudo de forma geral.

“Quando jovem tinha o sonho de dirigir um carro e que com ele poderia ir desde a padaria até sair com as amigas … liberdade, rapidez, sem guarda-chuva … Era só entrar profundamente na zona confortável dos sonhos que ele aparecia (não sei como nem d’onde nem d’quem) lindo, brilhante e vermelho. Loga a sua frente uma estrada eternamente reta para poder dirigir sem ter de fazer curvas, talvez até pudesse fechar os olhos (Alguém já fechou os olhos dentro do sonho?) e sentir o vento no cabelo. Chegava a sentir uma grande emoção e se alguém olhasse para mim, enquanto dormia, naquele momento iria ver um sorriso idiota em rosto. Voltando aos carros. Acreditem, assim que colocava os pés dentro dele algo terrível acontecia, sempre dos 14 ao 17 anos,  não tinha nada dentro dele, nem pedais, nem marchas, nem banco, nada nada. Um típico carro de Bedrock. Ele era movido a pés e a  qualquer momento o Dino pularia no banco de trás para tornar meu trajeto pela infinita Highway mais penoso. Esse sonho virou um pesadelo durante anos até eu realmente dirigir um carro de verdade e conhecer toda o funcionamento. Porém, depois que aprendi, que dirigi, que adquiri meu objeto desejado jamais o carro vermelho voltou a aparecer novamente. Talvez porque não deseje tanto uma Ferrari quanto desejava dirigir um carro.”

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